
Claro que música é MÚSICA e ponto final.
Sou daquelas que defende que uma música pode ser poética sim, e muito, mas que poesia é poesia, cada qual no seu cada qual... Não são a mesma coisa mesmo!
A música tem recursos como os acordes, notas, a melodia audível mesclada a uma voz aprazível... A poesia tem sua própria identidade, sua própria não função (porque afinal, nem uma nem outra tem obrigação de servir pra nada... Arte é arte por o ser, não porque me é utilitária... Aprendi isso com Roberval Pereyr, saudade daquelas aulas).
Ciente disso tem uma letra do T.M (O Teatro Mágico pra quem ainda não ouviu) que expressa idéias que tenho usurpado ultimamente... [hehehe]
Usarei das palavras de Fernando Aniteli pra repassar isso a vocês (se é que alguém lerá mesmo isso aqui rsrs), mas não esqueça que: você ler uma música ainda é metade, espero que em breve possa contemplá-la ao todo.
Ps.: Roberval Pereyr é um ex-professor meu lá da UEFS (Teoria da Literatura I a disciplina)... Além de poeta, letrista e mais um monte de qualificações que ele tem, é um louco total... hihihi
O Teatro Mágico
Composição: Fernando Anitelli
Reticências
Quanta mudança alcança
O nosso ser posso ser assim daqui a pouco não
Quanta mudança alcança
O nosso ser posso ser assim daqui a pouco
Se agregar não é segregar
Se agora for, foi-se a hora
Dispensar não é não pensar
Se saciou foi-se embora
Quanta mudança alcança
O nosso ser posso ser assim daqui a pouco não
Quanta mudança alcança
O nosso ser posso ser assim daqui a pouco
Se lembrar não é celebrar...
Dura - lhe a dor quando aflora
Esquecer não é perdoar
Se consagrou sangra agora
Quanta mudança alcança
O nosso ser posso ser assim daqui a pouco não
Quanta mudança alcança
O nosso ser posso ser assim
Tempo de dá colo, tempo de decolar
Tempo de dá colo, tempo de decolar
O que há é o que é e o que será(nascerá, nascerá...)
Tempo de dá colo, tempo de decolar
Tempo de dá colo, tempo de decolar
O que há é o que é e o que será(nascerá, nascerá...)
Reciclar a palavra, o telhado e o porão...
Reinventar tantas outras notas musicais...
Escrever o pretexto, o prefácio e o refrão...
Ser essência... Muito mais...
Ser essência... Muito mais...
A porta aberta, o porto acaso, o caos, o cais...
Se lembrar de celebrar muito mais...
Se lembrar de celebrar muito mais...
Se lembrar de celebrar muito mais...
Sou daquelas que defende que uma música pode ser poética sim, e muito, mas que poesia é poesia, cada qual no seu cada qual... Não são a mesma coisa mesmo!
A música tem recursos como os acordes, notas, a melodia audível mesclada a uma voz aprazível... A poesia tem sua própria identidade, sua própria não função (porque afinal, nem uma nem outra tem obrigação de servir pra nada... Arte é arte por o ser, não porque me é utilitária... Aprendi isso com Roberval Pereyr, saudade daquelas aulas).
Ciente disso tem uma letra do T.M (O Teatro Mágico pra quem ainda não ouviu) que expressa idéias que tenho usurpado ultimamente... [hehehe]
Usarei das palavras de Fernando Aniteli pra repassar isso a vocês (se é que alguém lerá mesmo isso aqui rsrs), mas não esqueça que: você ler uma música ainda é metade, espero que em breve possa contemplá-la ao todo.
Ps.: Roberval Pereyr é um ex-professor meu lá da UEFS (Teoria da Literatura I a disciplina)... Além de poeta, letrista e mais um monte de qualificações que ele tem, é um louco total... hihihi
O Teatro Mágico
Composição: Fernando Anitelli
Reticências
Quanta mudança alcança
O nosso ser posso ser assim daqui a pouco não
Quanta mudança alcança
O nosso ser posso ser assim daqui a pouco
Se agregar não é segregar
Se agora for, foi-se a hora
Dispensar não é não pensar
Se saciou foi-se embora
Quanta mudança alcança
O nosso ser posso ser assim daqui a pouco não
Quanta mudança alcança
O nosso ser posso ser assim daqui a pouco
Se lembrar não é celebrar...
Dura - lhe a dor quando aflora
Esquecer não é perdoar
Se consagrou sangra agora
Quanta mudança alcança
O nosso ser posso ser assim daqui a pouco não
Quanta mudança alcança
O nosso ser posso ser assim
Tempo de dá colo, tempo de decolar
Tempo de dá colo, tempo de decolar
O que há é o que é e o que será(nascerá, nascerá...)
Tempo de dá colo, tempo de decolar
Tempo de dá colo, tempo de decolar
O que há é o que é e o que será(nascerá, nascerá...)
Reciclar a palavra, o telhado e o porão...
Reinventar tantas outras notas musicais...
Escrever o pretexto, o prefácio e o refrão...
Ser essência... Muito mais...
Ser essência... Muito mais...
A porta aberta, o porto acaso, o caos, o cais...
Se lembrar de celebrar muito mais...
Se lembrar de celebrar muito mais...
Se lembrar de celebrar muito mais...
3 comentários:
Arte é arte por o ser, não porque me é utilitária... Aprendi isso com Roberval Pereyr.
AMOO ESSA MÚSICA, APENAS ISTO!
Roberval é sem comentários... gostei de sua justa indignação,mas discordo um pouco. (Me parece que vc não pediu concordância ou o contrário, mas eu falo assim mesmo...rsrs) Mas o que acho o máximo mesmo é que vc é tagrela até quando escreve. Eu fico lendo e pensando em suas caras e bocas ao escrever essas coisas.
Tenho uma surprea pra vc no meu blog, confere lá!!
bjoos.
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