
Sentada à beira da distinta esperança
finjo uma melancolia minha. Entre a poeira que lentamente se espalha
e a tulipa esquecida no caminho.
Os raios fracos do sol espelhados na poça de água escura,
dizem-me verdades em balbucios inefáveis... E eu continuo ali.
Minhas mãos lamentam e meu pensar vagueia...
Quão doce é o perfume dos dias amenos!
Em meio às folhas cautelosas dos galhos que tremulam, toco o sopro curioso do vento que acaricia minha alma.
As linhas que transcorro são desdobramentos de meus anseios: balelas cativantes,
pontos casuais, que partem de minhas rugas cinza, para vogais desaceleradas.
E amo, como amo...!
A copa verde-escura faz convite ao céu aberto, pois deseja tê-lo somente para si.
Enquanto minhas pernas dobradas e a minha aparência curva,
meditam sobre os próximos segundos enquanto eles passam...
De leve, de sorte devagar.
Práticas de solo, desvios de formiga que beijam a terra, que passam por mim.
Tardes sanam o espaço de vidas a espera.
finjo uma melancolia minha. Entre a poeira que lentamente se espalha
e a tulipa esquecida no caminho.
Os raios fracos do sol espelhados na poça de água escura,
dizem-me verdades em balbucios inefáveis... E eu continuo ali.
Minhas mãos lamentam e meu pensar vagueia...
Quão doce é o perfume dos dias amenos!
Em meio às folhas cautelosas dos galhos que tremulam, toco o sopro curioso do vento que acaricia minha alma.
As linhas que transcorro são desdobramentos de meus anseios: balelas cativantes,
pontos casuais, que partem de minhas rugas cinza, para vogais desaceleradas.
E amo, como amo...!
A copa verde-escura faz convite ao céu aberto, pois deseja tê-lo somente para si.
Enquanto minhas pernas dobradas e a minha aparência curva,
meditam sobre os próximos segundos enquanto eles passam...
De leve, de sorte devagar.
Práticas de solo, desvios de formiga que beijam a terra, que passam por mim.
Tardes sanam o espaço de vidas a espera.