
Tem uma coisa que eu não entendendo: Por que achamos que devemos ter resposta pra tudo?
Eu não tenho.
É cansativo viver preocupado em dizer a última palavra, estar sempre em posição de contra-ataque, nunca querer se achar desprovido de uma boa... resposta.
Ouvir é tão bom... E mesmo quando o que se ouve é desagradável, no fundo no fundo, a gente sabe que precisa de algo assim de vez em quando pra desbancar o nosso ego, descolorir a ilusão de que somos bons.
Eu não sou boa aos meus olhos nem aos dos outros.
E desculpa a franqueza, mas você que está lendo também não é.
Chega de reviver a síndrome de sepulcro caiado! Não tenho, não sei, e não posso...
Assumir impossibilidades te torna mais humano, acreditar que há alguém acima de tudo isso te torna mais santo.
Eu só não quero ser obrigada a revidar. Não revido, é uma opção que faço... Também não sofro menos por isso, vale avisar. Mas essa necessidade de resposta não me domina mais.
Num desses dias assisti mais um DVD do Ministério de teatro Jeová Nissi, dessa vez foi Jó, não podia deixar de comentar sobre a admiração que eu tenho pelo pessoal do Jeová Nissi em todos os aspectos com relação ao seu trabalho com ARTE, porém o que mais ficou martelando na minha cabeça foram as imagens de Caique (líder do ministério) lá na África... Todas aquelas crianças... Parece jargão de ONGS falar sobre a pobreza e falta de TUDO que eles enfrentam, e eu bem vejo o que também acontece com as crianças aqui do Brasil, mas o brilho que tinha nos olhos de Caique, a disposição, as dificuldades que ele passou e passa por lá, o sonho e os desafios com o Projeto Tenho fome... Tudo isso me estapeia e me leva a despertar desse mundinho de bate-volta que vivemos, esse costume mesquinho de “não querer ficar por baixo”...
Talvez, atenuar uma POSSÍVEL ofensa ou abaixar a cabeça, não seja tão ruim quando levantá-la pra ofender de volta não vai mesmo ajudar em nada.
Existem problemas muito, muito maiores do que esse ímpeto infantil de responder... De provar pra não sei quem ou o que, que você pode ser tão bobo quanto quem – mais uma vez crédito para a dúvida – SUPOSTAMENTE te desacatou.
Já ajudaria muito se a gente pudesse se concentrar em ensinamentos como dar a outra face, amar e orar pelos inimigos, suportar uns aos outros em amor (ser suporte) e tantos mais...
Ps.: Sobre o “tema” que falei, leia no livro de provérbios capítulo 12, o versículo 18. (Pv.12:18)
Ps.2: Se você se interessou pelo projeto Tenho fome do Ministério de teatro Jeová Nissi e quer saber como funciona, o que eles fazem e etc. entra aí no site, compra um produto e colabora, ou faz mesmo uma doação direto na conta...
Eu creio na integridade dessa iniciativa.
Eu não tenho.
É cansativo viver preocupado em dizer a última palavra, estar sempre em posição de contra-ataque, nunca querer se achar desprovido de uma boa... resposta.
Ouvir é tão bom... E mesmo quando o que se ouve é desagradável, no fundo no fundo, a gente sabe que precisa de algo assim de vez em quando pra desbancar o nosso ego, descolorir a ilusão de que somos bons.
Eu não sou boa aos meus olhos nem aos dos outros.
E desculpa a franqueza, mas você que está lendo também não é.
Chega de reviver a síndrome de sepulcro caiado! Não tenho, não sei, e não posso...
Assumir impossibilidades te torna mais humano, acreditar que há alguém acima de tudo isso te torna mais santo.
Eu só não quero ser obrigada a revidar. Não revido, é uma opção que faço... Também não sofro menos por isso, vale avisar. Mas essa necessidade de resposta não me domina mais.
Num desses dias assisti mais um DVD do Ministério de teatro Jeová Nissi, dessa vez foi Jó, não podia deixar de comentar sobre a admiração que eu tenho pelo pessoal do Jeová Nissi em todos os aspectos com relação ao seu trabalho com ARTE, porém o que mais ficou martelando na minha cabeça foram as imagens de Caique (líder do ministério) lá na África... Todas aquelas crianças... Parece jargão de ONGS falar sobre a pobreza e falta de TUDO que eles enfrentam, e eu bem vejo o que também acontece com as crianças aqui do Brasil, mas o brilho que tinha nos olhos de Caique, a disposição, as dificuldades que ele passou e passa por lá, o sonho e os desafios com o Projeto Tenho fome... Tudo isso me estapeia e me leva a despertar desse mundinho de bate-volta que vivemos, esse costume mesquinho de “não querer ficar por baixo”...
Talvez, atenuar uma POSSÍVEL ofensa ou abaixar a cabeça, não seja tão ruim quando levantá-la pra ofender de volta não vai mesmo ajudar em nada.
Existem problemas muito, muito maiores do que esse ímpeto infantil de responder... De provar pra não sei quem ou o que, que você pode ser tão bobo quanto quem – mais uma vez crédito para a dúvida – SUPOSTAMENTE te desacatou.
Já ajudaria muito se a gente pudesse se concentrar em ensinamentos como dar a outra face, amar e orar pelos inimigos, suportar uns aos outros em amor (ser suporte) e tantos mais...
Ps.: Sobre o “tema” que falei, leia no livro de provérbios capítulo 12, o versículo 18. (Pv.12:18)
Ps.2: Se você se interessou pelo projeto Tenho fome do Ministério de teatro Jeová Nissi e quer saber como funciona, o que eles fazem e etc. entra aí no site, compra um produto e colabora, ou faz mesmo uma doação direto na conta...
Eu creio na integridade dessa iniciativa.
Deixa de salientar a tua pata bovina! Kkkkkkkkkkk [beijomeescreve]
Ps.3: Na foto acima: Caique (já citado) junto com crianças angolanas.
Link: site: http://www.tenhofome.org.br/
Comu do orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=12091323
Link: site: http://www.tenhofome.org.br/
Comu do orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=12091323
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