
Bebo em taças enferrujadas
poções de apatia...
Escorrem dos cantos da minha boca
doses de água salobra.
Aspiro a poeira desse dia;
e como se não bastasse,
eu ainda sorrio.
Sorrio porque acredito,
e de tal abastança é esse acreditar
que me faço desconexa.
O que parece concreto se desfaz,
mas Aquele que é a própria concretude
jamais se dissipa...
e é por Ele que ainda tento.
poções de apatia...
Escorrem dos cantos da minha boca
doses de água salobra.
Aspiro a poeira desse dia;
e como se não bastasse,
eu ainda sorrio.
Sorrio porque acredito,
e de tal abastança é esse acreditar
que me faço desconexa.
O que parece concreto se desfaz,
mas Aquele que é a própria concretude
jamais se dissipa...
e é por Ele que ainda tento.
