
Uso onomatopéias como desculpa por meus erros
E a cada instante só me finjo compreendida.
Vá! Conteste minhas impurezas e me limpo,
Descubra minhas preferências e me escondo,
Esquive-se e eu palpito,
Pois me quero transitória...
Menina inculcada por seu próprio folhetim.
Só preciso de silêncio.
Se meu mandarim te enlouquece faça-se menos incômodo.
A sujeira que me cerca só me cerca...
Não me manipule e não me afogue em baixezas;
Meu primor não te cabe,
Minha raiva não te abala
E seu poder não me assusta...
Então, só me deixe em silêncio.
Quando os pratos se quebram a fome não morre,
Quando as nuvens roxas se dissipam,
A gente vê que o céu não desapareceu.
Por isso, não cante o meu refrão e nem modifique a minha estrofe...
Dessa vez sou eu que vou compor.
Se meu canto te deprime
É porque você ainda não aprendeu a ser pequeno.
E a cada instante só me finjo compreendida.
Vá! Conteste minhas impurezas e me limpo,
Descubra minhas preferências e me escondo,
Esquive-se e eu palpito,
Pois me quero transitória...
Menina inculcada por seu próprio folhetim.
Só preciso de silêncio.
Se meu mandarim te enlouquece faça-se menos incômodo.
A sujeira que me cerca só me cerca...
Não me manipule e não me afogue em baixezas;
Meu primor não te cabe,
Minha raiva não te abala
E seu poder não me assusta...
Então, só me deixe em silêncio.
Quando os pratos se quebram a fome não morre,
Quando as nuvens roxas se dissipam,
A gente vê que o céu não desapareceu.
Por isso, não cante o meu refrão e nem modifique a minha estrofe...
Dessa vez sou eu que vou compor.
Se meu canto te deprime
É porque você ainda não aprendeu a ser pequeno.
2 comentários:
Eu não posso mais ser pequeno, mesmo que quisesse... rsrsrs...
Mas gostei muito desse seu canto de palmas das mãos.
humilha...Só pq é nanico...
Esse povo que passa de um e noventa já se acha! rssssss
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