
Sou uma fábula que ecoa avulsa, escrita em papel nacarado.
Ecoa longe, o vento desloca e ninguém lê.
Olhos apressados rebobinam as tarefas, todos seguem e eu voo.
Toco rostos que me espanam, engancho-me em gravetos... E as árvores secas também reclamam minha estadia...
Vou...
Basta um sopro um pouco mais assente, e lá estou eu a espalhar minhas letras ilegíveis pelas ruas cobertas de pessoas descoloridas.
Meu papel dialoga com o sol, reflete seus raios caridosos e esbanja algumas réstias... Mas logo vem alguém e me espana...
Sigo só.
E sigo porque não me limito, não comando meu enlevo, nem sei qual vulto encontrarei ao alçar-me na próxima curva...
O que sempre persiste é o Eco...
Repetição na vida de uma fábula de papel que ninguém leu.
Ecoa longe, o vento desloca e ninguém lê.
Olhos apressados rebobinam as tarefas, todos seguem e eu voo.
Toco rostos que me espanam, engancho-me em gravetos... E as árvores secas também reclamam minha estadia...
Vou...
Basta um sopro um pouco mais assente, e lá estou eu a espalhar minhas letras ilegíveis pelas ruas cobertas de pessoas descoloridas.
Meu papel dialoga com o sol, reflete seus raios caridosos e esbanja algumas réstias... Mas logo vem alguém e me espana...
Sigo só.
E sigo porque não me limito, não comando meu enlevo, nem sei qual vulto encontrarei ao alçar-me na próxima curva...
O que sempre persiste é o Eco...
Repetição na vida de uma fábula de papel que ninguém leu.
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