Não aprendi a maioria dos Bê-a-bás;
não destabulei a maioria das regras.
Não cruzei as linhas do inadmissível,
E também não rasguei cédulas oferecidas.
Não usei freios e nem ultrapassei sinais.
Pouca compunção, pouco vivaz.
Em suspenso, Comedi-me.
Entre o suficiente e o extravagante, morei. Exatamente ali.
E isso me foi a morte. Todos os dias.
***
Era uma vez Maria Morna.
E no afã de não errar,
morreu de tédio.

4 comentários:
Keeeeeeeeu!
Ameei o novo visuu!
Ameeeeii o texto, eu é que não quero ser uma maria morna!
Nunquinhaa!
Bjos e queijos e mta inspiração!
Todo rosa, de menina. Mas tava mesmo precisando de um trato no visual aqui... uhauaa
Perdoe o palavreado, mas puta que pariu heinnnnn, eu te dei permissão pra falar de mim assim?
rsrsrsrs
Amei , amei, como amo tudo que escreves...
Ixi, isto é facil de acontecer, morrer de tédio, seja devido a preguiça de viver a vida no limite, ou simplesmente medo...
Fique com Deus, menina Keu Azevedo.
Um abraço.
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