
Quero fazer a minha própria canção e cantá-la ao vento,
Beber do néctar da poesia nos lares sóbrios,
instigar a procura de mim por dias perdidos...
E ser a reverência à paixão que não tive.
Por que sofrer se tenho a pena em minhas mãos?
Ainda que frágil os meus dedos e turva minha retina,
eu deito sílabas nas árvores mortas.
Não me interesso pelo abstrato, quero o mínimo.
Não choro, faço versos inacabados...
Não minto, sou muitos.
Não rimo, infrinjo.
Não escolho assunto, rabisco sentimentos que
nem sempre são meus.
Eu só queria ser folha desprendida
Companheira do vento, andarilha no espaço...
Folha solta, folha só, folha seca...
Mas folha ida.
Toquem os sinos, abram os braços,
Fechem as portas e gritem!
E depois, febrilmente amem sem sentido.
Só assim estar aqui vale à pena.
Beber do néctar da poesia nos lares sóbrios,
instigar a procura de mim por dias perdidos...
E ser a reverência à paixão que não tive.
Por que sofrer se tenho a pena em minhas mãos?
Ainda que frágil os meus dedos e turva minha retina,
eu deito sílabas nas árvores mortas.
Não me interesso pelo abstrato, quero o mínimo.
Não choro, faço versos inacabados...
Não minto, sou muitos.
Não rimo, infrinjo.
Não escolho assunto, rabisco sentimentos que
nem sempre são meus.
Eu só queria ser folha desprendida
Companheira do vento, andarilha no espaço...
Folha solta, folha só, folha seca...
Mas folha ida.
Toquem os sinos, abram os braços,
Fechem as portas e gritem!
E depois, febrilmente amem sem sentido.
Só assim estar aqui vale à pena.
1 comentários:
Esse!? (poema) eh inspirador, gostei muito desse vou roubar rsrss.
Postar um comentário